"Existe um espaço entre o tesão e o descontrole onde se misturam loucura e sonho... É neste espaço que quero me perder com você... Élfica"

sábado, 31 de maio de 2008

Diferença entre escrava e submissa...

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Duas ótimas opções para reflexão:

http://www.mestrejotasm.com.br/difescravaesubmissa.htm


http://masterbdsm.wordpress.com/2008/05/26/diferencas-entre-escrava-e-submissa-raven-shadowborn/

Síntese:
ESCRAVA é um termo genérico aplicado a qualquer mulher praticante do BDSM no lado passivo da relação.
SUBMISSA
é um tipo de escrava. E o próprio nome já dispensaria maiores comentários sobre suas características. É aquela escrava dócil e dedicada ao seu Mestre e que estaria mais ligada ao D/s que ao S&M, praticando este último por submissão e para agrado de seu dono menos que por prazer à dor ou outro objetivo.

Porém, existem outros tipos de escra
va: A escrava masoquista, a escrava podólatra (mais comum em escravOs), a dogwomam e a TrashSlave (estas duas não se incluindo muito bem nem na classificação de escrava submissa nem na de escrava masoquista), a escrava libertina (que não tem e nem quer ter um dono, pois prefere a liberdade de escolher parceiros a cada sessão), entre outras.

Atente-se que estes termos se aplicariam às característica pr
edominantes em cada escrava, ou seja, é claro que uma escrava pode ser submissa, masoquista e ainda curtir trash, tudo ao mesmo tempo, mas ela se classificaria pela característica mais marcante e assente nela.







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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Não te amo mais...

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Não te amo mais
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis
Tenho certeza que
Nada foi em vão
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada
Não poderia dizer mais que
Alimento um grande amor
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Eu te amo!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais... (Clarice Lispector)


(...) é tarde demais Amor... é tarde pra você me amar, pra eu não dizer "eu te amo" ou "amo você", é tarde pra ir ao supermercado ou pra andar de mãos dadas na avenida. É tarde pra tentar arrumar qualquer caco quebrado de alma, de corpo, de coração... é tarde pra tanta coisa que ainda faltou fazer... é tarde pra tentar entender o que não aconteceu. É tarde pra você tirar a carapaça de orgulho... é tarde pra tantas coisas medíocres que você, aos brados, dizia não existir: o preconceito, a estética, a anti-liturgia, a anti-solidão, o anti-amor. É tarde pra você tentar me tocar inteira. É tarde pra consertar tudo... é tarde, bem tarde pra te perdoar, te entender, te traduzir, te querer. Obrigada pelo que deu certo... siga em paz. Élfica



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Gimme Shelter - Rolling Stones














Oh, a storm is threat'ning
My very life today
If I don't get some shelter
Oh yeah, I'm gonna fade away

War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
War, children, it's just a shot away
It's just a shot away

Ooh, see the fire is sweepin'
Our very street today
Burns like a red coal carpet
Mad bull lost its way

War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
War, children, it's just a shot away
It's just a shot away

Rape, murder!
It's just a shot away
It's just a shot away

Rape, murder!
It's just a shot away
It's just a shot away

Rape, murder!
It's just a shot away
It's just a shot away

The floods is threat'ning
My very life today
Gimme, gimme shelter
Or I'm gonna fade away

War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
It's just a shot away
It's just a shot away
It's just a shot away
I tell you love, sister, it's just a kiss away
It's just a kiss away
It's just a kiss away
It's just a kiss away
It's just a kiss away
Kiss away, kiss away

Há momentos...

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"Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la. "


(Clarice Lispector)









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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Seja uma sub pró-ativa - texto de Dominus Pater



O texto a seguir é uma pérola... "roubei" da comunidade Manifesto BDSM, no tópico "o papel da submissa", postado em 28/05, às 09h08. O autor desse texto o qual considero de suma importância para subs e Doms (principalmente a Estes), é DOMINUS PATER, Dominador do Rio de Janeiro, que tem, também, o brilhante blog http://domussunveritatis.blogspot.com/. Certamente, visitar esse blog é enriquecedor a todos os estratos BDSM... minhas saudações aos leitores e ao Dominador DOMINUS PATER, de quem usufrui os textos sem pedir... se Ele não permitir, aviso que este item será excluído sem maiores problemas...

Boas compreensões...



Seja uma submissa pro ativa

Particularmente (e muitos dominadores devem concordar comigo em algum nível), prefiro uma oferta voluntária de pescoço e alma do que uma eterna necessidade de reafirmar minha autoridade o tempo todo. É absolutamente prazeroso para mim quando sou surpreendido com um pequeno gesto que signifique “veja como sou sua e como reconheço meu papel voluntariamente”.

Isso não significa desobediência, muito pelo contrário. A submissa pode ter iniciativa sim, esse tabu é uma bobagem no BDSM. Você não é um robô programado pra dizer apenas sim senhor e não senhor! Você é o objeto da afeição de um homem forte e precisa se portar dignamente em relação a isso. Tome pequenas atitudes dentro do espaço que ele te permita tomar. Sem ultrapassar os espaços, aprenda maneiras de demonstrar sua pessoalidade e apreço por ele através de atitudes. Não seja uma mera máquina de obedecer comandos. Obedeça com inteligência. Não ofereça a seu dominador uma servidão estática e...chata!

A submissa que tem realmente orgulho de seu dominador sente-se exposta ou envergonhada nas situações em que ele realmente a surpreende com algo que ela não espera. Não faça teatrinho porque nós somos homens fortes e sempre percebemos. Você não pode se esconder de nosso olhar inquisidor o tempo todo. Obedecer com inteligência significa dar sua assinatura pessoal ao seu ato de obediência. Não faça isso o tempo todo só pra tentar ridiculamente agradar. Faça nos momentos certos. Expresse sua submissão de maneira sincera. Mas expresse. Um cuidado apenas é necessário.

Não finja.

Repito: Não finja.

Mais uma vez: Não finja. É simplesmente broxante.

Se ele te acostumou a beijar o chicote antes ou depois de apanhar, não se finja surpresa. Ele sabe que aquela é uma atitude cotidiana. Ele não é um idiota. Se você se fingisse qualquer coisa você seria uma fraude. Não suportamos fraudes.

Ao mesmo tempo, não repita aquele procedimento ordenado de maneira mecânica. Se você repetir as ordens sem cumpri-las com toda a sua alma e todo o seu coração você seria um robô. Não dominamos robôs. Não vemos submissão verdadeira quando alguém “cumpre tabela”. As ordens Dele devem ser levadas a cabo com devoção. Com entrega.

Aliás, devoção é outra palavra chave para a grande submissa.

Se ele te acostumou a beijar o chicote antes ou depois de apanhar, faça por medo dele, por respeito, por submissão verdadeira e até por amor. Faça com alma. Agrade o homem que foi colocado sobre você. Talvez ele goste que você mantenha a cabeça baixa nesse momento. Talvez ele tenha prazer que você olhe pra ele com cara de menininha. Talvez ele se surpreenda se você aproveitar para lamber os dedos das mãos dele como uma cadelinha. Talvez ele aprove que depois de beijar o chicote você lhe ofereça o rosto para que ele bata, resignada. Sirva sempre com alma e com verdade.

Dá pra entender a sutil, porém importantíssima diferença entre submissão estática e pro ativa agora?

Dessas pequenas descobertas e atitudes é que é feita uma grande submissa. Repito: Conheça seu dominador. Seja zelosa, voluntária e boa fêmea. No fundo, seu instinto vai sempre lhe dar boas pistas se você for uma legítima submissa e sentir prazer em ser Dele.



terça-feira, 27 de maio de 2008

Noções...




Entre mim e mim, há vastidões bastantes
para a navegação dos meus desejos afligidos.

Descem pela água minhas naves revestidas de espelhos.
Cada lâmina arrisca um olhar, e investiga o elemento que a atinge.

Mas, nesta aventura do sonho exposto à correnteza,
só recolho o gosto infinito das respostas que não se encontram.

Virei-me sobre a minha própria experiência, e contemplei-a.
Minha virtude era esta errância por mares contraditórios,
e este abandono para além da felicidade e da beleza.

Ó meu Deus, isto é minha alma:
qualquer coisa que flutua sobre este corpo efêmero e precário,
como o vento largo do oceano sobre a areia passiva e inúmera...

Cecília Meireles

terça-feira, 6 de maio de 2008

divagando...(1)


"Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental.
Mas reconheço ao medir-me
Que tudo isso é pensamento
Que não senti afinal (...)"

Fernando Pessoa



... 2



























Gosto muito
de ficar assim,
mirando MEU SENHOR

apenas uma pequena poesia russa...

Quando morrem, os cavalos - respiram,
Quando morrem, as ervas - secam,
Quando morrem, os sóis - se apagam,
Quando morrem, os homens - cantam.

VIELIMIR KHLÉBNIKOV, 1913






Dois amigos e quatro mulheres...





“ Que maravilha é ter duas mulheres”, falou entusiasmado um homem ao seu amigo, enquanto fumavam narguilé num bar. Com as mais floreadas palavras, ele louvava a variedade e a magnificência de poder testemunhar o fato de que duas flores podem ter perfumes tão diferentes. Os olhos do amigo ficavam cada vez mais arregalados. “ Meu amigo deve viver tão bem como no paraíso”, pensou ele com seus botões. “ Por que não deveria eu também saborear a doçura de ter duas mulheres como meu amigo aqui provavelmente faz? “

Logo após esse encontro, ele tomou para si uma segunda esposa. Ao tentar compartilhar o leito nupcial com ela na noite do casamento, ela o rejeitou zangadamente.

“ Deixe-me dormir” , disse ela, “ vai procurar tua primeira esposa. Eu não quero uma quinta roda na carreta. Escolhe: ou eu, ou a tua outra esposa”.

Em busca de consolo, ele foi até sua segunda esposa.Mas , quando tentou deitar na cama junto a ela, veio a reclamação: “ Não comigo! Se casaste com uma segunda mulher é porque eu não te sou suficiente, então volta para os braços dela!”

Nada mais lhe restava fazer senão sair de sua própria casa e buscar um lugar para dormir na mesquita mais próxima. Quando tentava adormecer em posição de oração , escutou alguém que pigarreava atrás dele. Espantado, voltou-se para trás, pois a pessoa que havia chegado não era outra senão seu bom amigo que havia exaltado a maravilha de ter duas esposas.

“ Por que vieste aqui?” perguntou ele assombrado.

“ Minhas esposas não me deixam chegar perto delas. Assim tem sido por várias semanas.”

“ Mas então por que me disseste que era maravilhoso viver com duas esposas?”

Envergonhado, o amigo respondeu: “ Eu me sentia tão solitário nessa mesquita, que desejava ter um amigo comigo…”




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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Uma oração...



Minha boca pronunciou e pronunciará, milhares de vezes e nos dois idiomas que me são íntimos, o pai-nosso, mas só em parte o entendo. Hoje de manhã, dia primeiro de julho de 1969, quero tentar uma oração que seja pessoal, não herdada. Sei que se trata de uma tarefa que exige uma sinceridade mais que humana. É evidente, em primeiro lugar, que me está vedado pedir. Pedir que não anoiteçam meus olhos seria loucura; sei de milhares de pessoas que vêem e que não são particularmente felizes, justas ou sábias. O processo do tempo é uma trama de efeitos e causas, de sorte que pedir qualquer mercê, por ínfima que seja, é pedir que se rompa um elo dessa trama de ferro, é pedir que já se tenha rompido. Ninguém merece tal milagre. Não posso suplicar que meus erros me sejam perdoados; o perdão é um ato alheio e só eu posso salvar-me. O perdão purifica o ofendido, não o ofensor, a quem quase não afeta. A liberdade de meu arbítrio é talvez ilusória, mas posso dar ou sonhar que dou. Posso dar a coragem, que não tenho; posso dar a esperança, que não está em mim; posso ensinar a vontade de aprender o que pouco sei ou entrevejo. Quero ser lembrado menos como poeta que como amigo; que alguém repita uma cadência de Dunbar ou de Frost ou do homem que viu à meia-noite a árvore que sangra, a Cruz, e pense que pela primeira vez a ouviu de meus lábios. O restante não me importa; espero que o esquecimento não demore. Desconhecemos os desígnios do universo, mas sabemos que raciocinar com lucidez e agir com justiça é ajudar esses desígnios, que não nos serão revelados.

Quero morrer completamente; quero morrer com este companheiro, meu corpo.



Jorge Luis Borges nasceu em 1899 na cidade de Buenos Aires, capital da Argentina e faleceu em Genebra, no ano de 1986. É considerado o maior poeta argentino de todos os tempos e é, sem dúvida, um dos mais importantes escritores da literatura mundial.


Carta de um Homem às Mulheres...



Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas....

Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres, e com elas competem. Suas modas
são retas e sem formas, e agridem o corpo que eles odeiam, porque não podem tê-los. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas.

Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no
sótão.

É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Trate de agradar a nós, e não a vocês, porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, d
iante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.

As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Mazzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado.

O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos
18. Entretanto, uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto- destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, e sabem controlar sua natural tendência à culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra,testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em form
ol', nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto. Tudo junto!

Autor desconhecido


domingo, 4 de maio de 2008

subversiva 1

Uma dúvida aqui nesta cabeça - hoje -, castanho escuro:

Como um indivíduo baunilha pode ser anti-litúrgico??



Penso eu, aqui com minha cabeça que ainda pensa:

Sou xamanista, então quer dizer que sou anti-cristo??



Hmmm meus sais, por favor!!
Frida, me morda pra eu despertar!
Sansão, morde você também, aí eu acordo de vez!


Aguardo resposta de alguém...

FADAS E BRUXAS...





Metade de mim é fada,

a outra metade é bruxa.

Uma escreve com sol,

a outra escreve com a lua.

Uma anda pelas ruas

cantarolando baixinho,

a outra caminha de noite

dando de comer à sua sombra.

Uma é séria, a outra sorrí;

uma voa, a outra é pesada.

Uma sonha dormindo,

a outra sonha acordada.





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Delicadeza...



















A alma é invisível,

um anjo é invisível,

o vento é invisível,

o pensamento é invisível,

e, no entanto,

com delicadeza,

se pode enxergar a alma,

se pode adivinhar o anjo,

se pode sentir o vento,

se pode mudar o mundo

com alguns pensamentos...


















Namastê

Receita de olhar, de Roseana Murray...


Nas primeiras horas da manhã
desamarre o olhar
deixe que se derrame
sobre todas as coisas belas
o mundo é sempre novo
e a terra dança e acorda
em acordes de sol

faça do seu olhar imensa caravela

Escrava...



Ó meu Deus, ó meu Dono, ó meu Senhor,
Eu Te saúdo, olhar do meu olhar,

Fala da minha boca a palpitar,

Gesto das minhas mãos tontas de amor!


Que Te seja propício o astro e a flor,

Que a Teus pés se incline a Terra e o Mar,

Pelos séculos dos séculos sem par,

Ó meu Deus, ó meu Dono, ó meu Senhor!


Eu, doce e humilde escrava, Te saúdo,

E, de mãos postas, em sentida prece,

Canto Teus olhos de oiro e de veludo.


Ah! esse verso imenso de ansiedade,

Esse verso de amor que Te fizesse

Ser supremo por toda a eternidade...
(soneto de Florbela Espanca)

ao mestre com carinho...



ouço o desespero meu
a cada golpe
da TUA mão
quente
pesada
precisa
ardida
sobre o branco macio
e frio
das minhas nádegas...
queimando
rubras
pedindo mais...



Élfica

sábado, 3 de maio de 2008

bordando luares...


Como se fosse fácil, eu me divido em duas e enquanto a metade fica bordando invisíveis luares, a outra, que também sou eu, anda solta pelos mares. E enquanto a metade fica trançando o azul das tardes, a outra, que também sou eu, anda louca pelos ares. (Roseana Murray)

Esse é um teste psicológico de verdade...


(Leia atentamente e responda)


Uma garota, durante o funeral de sua mãe, conheceu um rapaz que nunca tinha visto antes. Achou o rapaz tão maravilhoso que acreditou ser o homem de sua vida. Apaixonou-se por ele e começaram um namoro que durou uma semana.

Sem mais nem menos, o rapaz sumiu e nunca mais foi visto. Dias depois, a garota matou a própria irmã.

Questão: Qual o motivo da garota ter matado a própria irmã?

(não desça até o final antes de ter pensado em uma resposta)


























Resposta:

Ela matou porque esperava que o rapaz pudesse aparecer novamente no funeral de sua irmã.
Se você acertou a resposta, pensa como um psicopata.
Esse é um famoso teste psicológico americano para reconhecer a mente de assassinos seriais. A maioria dos assassinos presos acertou a resposta.

Para um psicopata, sempre os fins justificam os meios.







Se você errou:

Bom para você,
Bom para sua família,
Bom para os seus amigos.
E, pode ficar tranqüilo, eu errei também!!!

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Se você acertou,
Apague meu nome de sua agenda,
Apague meu nome do seu celular,
Apague meu e-mail de seu micro,
Esqueça que me conheceu um dia !!!!!!!!



Adeus!!!!!

Piadinha 2

Garota de programa...

Um casal atravessando uma crise financeira braba. O marido falou pra mulher:
- Querida, não tem jeito. A única maneira da gente sair do sufoco é você fazer programa.
E a mulher:
- Mas querido, eu nem sei como se faz isso!
- Não tem problema eu te ensino - disse o marido. Me escondo atrás de um arbusto. Qualquer dúvida você me pergunta, tá legal?
À noite, foram pra uma esquina, o marido ficou escondido atrás do poste e ela ficou esperando algum cliente.
Passou uns dez minutos e apareceu um rapaz num automóvel e perguntou pra mulher:
- Você faz programa?
A mulher, meio sem jeito foi até o arbusto perguntou, em voz baixa pro marido:
- Benhê..., eu faço programa?
E o marido:
- Diz pra ele que você faz programa! Voltou pro carro e falou pro rapaz:
- Sim, eu faço programa.
E o rapaz pergunta pra mulher:
- E quanto você cobra?
A mulher voltou novamente para o arbusto e falou pro marido:
- Benhê, quanto eu cobro?
E o marido:
- Diga pra ele que 100 reais.
Foi até o carro e falou pro rapaz:
-100 reais.
E o rapaz:
- 100 reais?... Puta merda!...eu só tenho 70.
A mulher voltou pro arbusto e disse pro marido:
- Benhê, ele só tem 70.
E o marido:
- Diga pra ele que, por 70, só uma pegadinha.
E a mulher falou pro rapaz
- Olha! Por 70 só uma pegadinha!!
E o rapaz:
- Tudo bem! Entre no carro!
Quando a mulher entrou no carro ele desabotoou a calça e botou aquilo tudo pra fora, a mulher falou pro rapaz:
- Espere um pouco, eu já volto.
Saiu do automóvel e foi até o arbusto onde estava o marido e perguntou:
- Benzinho, você não tem 30 reais pra emprestar pro rapaz???


hmm...

Como enlouquecer um homem...








M - Onde você vai?
H - Vou sair um pouco.

M - Vai de carro?
H - Sim.
M - Tem gasolina?
H - Sim... coloquei.
M - Vai demorar?
H - Não... coisa de uma hora.
M - Vai a algum lugar específico?
H - Não... só rodar por aí.
M- Não prefere ir a pé?
H - Não... vou de carro.
M - Traz um sorvete pra mim!
H - Trago..... que sabor?
M - Manga.
H - Ok... na volta eu passo e compro.
M - Na volta?
H - Sim... senão derrete.
M - Passa lá, compra e deixa aqui.
H - Não... melhor não! Na volta... é rápido!
M - Ahhhhh!
H - Quando eu voltar eu tomo com você!
M - Mas você não gosta de manga!
H - Eu compro outro... de outro sabor.
M - Aí fica caro... traz
de cupuaçu!
H - Eu não gosto também.
M - Traz de chocolate... nós dois gostamos.
H - Ok! Beijo... volto logo...
M - Ei!
H - O que?
M - Chocolate não... Flocos.....
H - Não gosto de flocos!
M - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você...
H - Foi o que sugeri desde o começo!
M - Você está sendo irônico?
H - Não... tô não! Vou indo.
M - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H - Querida! Eu volto logo... depois.
M - Depois não... quero agora!
H - Tá bom! (Beijo.)
M - Vai com o seu ou com o meu carro?
H - Com o meu.
M - Vai com o meu... tem cd player... o seu não!
H - Não vou ouvir música... vou espairecer...
M - Tá precisando?
H - Não sei... vou ver quando sair!
M - Demora não!
H - É rápido... (Abre a porta de casa.)
M - Ei!
H - Que foi agora?
M - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
H - Calma... estou tentando sair e não consigo!
M - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H - O que quer dizer?
M - Nada... nada não!
H - Vem cá... acha que estou te traindo?
M - Não..... claro que não... mas sabe como é?
H - Como é o quê?
M - Homens!
H - Generalizando ou falando de mim?
M - Generalizando.
H - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!
M - Tá bom... então vai.
H - Vou.
M - Ei!
H - Que foi, cacete?
M - Leva o celular, estúpido!
H - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M - Não... caso aconteça algo, estará com celular.
H - Não... pode deixar...
M - Olha... desculpa pela desconfiança... estou com saudade...só isso!
H - Ok meu amor... Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
M - Eu também!
M - Posso futricar no seu celular?
H - Prá quê?
M - Sei lá! Joguinho!
H - Você quer meu celular prá jogar?
M - É.
H - Tem certeza?
M - Sim.
H - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos!
M - Não sei mexer naquela lata velha!
H - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M - Tá.. ok... então leva o celular senão eu vou futricar...
H - Pode mexer então... não tem nada lá mesmo...
M - É?
H - É.
M - Então onde está?
H - O quê?
M - O que deveria estar no celular mas não está.....
H - Como!?
M - Nada! Esquece!
H - Tá nervosa?
M - Não... tô não...
H - Então vou!
M - Ei!
H - Que ééééééé?
M - Não quero mais sorvete não!
H - Ah é?
M - É!
H - Então eu também não vou sair mais não!
M - Ah é?
H - É.
M - Oba! Vai ficar comigo?
H - Não vou não..... cansei... vou dormir!
M - Prefere dormir do que ficar comigo?
H - Não... vou dormir, só isso!
M - Está nervoso?
H - Claro, porra!!!
M - Por que você não vai dar uma volta para espairecer?